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O que é SM? - Parte 6

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Quantas pessoas estão envolvidas em atividades SM?

Por Susan Wright com contribuições de Charles Moser, Ph.D., M.D.Uma grande quantidade de estudos sociológicos significativos têm sido feitos para determinar a porcentagem da população que se engaja em atividades SM. O Novo Relatório sobre Sexo do Instituto Kinsey, de 1990, diz: "Os pesquisadores estimam que de 5 a 10% da população americana pratica o sadomasoquismo por prazer sexual, pelo menos ocasionalmente, sendo a maioria das atividades de dominação não envolvem dor ou violência reais. Muito freqüentemente, é o receptor (o masoquista) e não o doador (o sádico) que estabelece e controla o exato tipo e extensão das atividades do casal. Também pode interessar a você saber que em muitas relações heterossexuais os assim chamados papéis sexuais tradicionais são invertidos, com o homem fazendo o papel de submisso, ou seja, o masoquista. As atividades sadomasoquistas também podem ocorrer entre casais homossexuais". June M. Reinisch, Ph.D. com Ruth Beasley, M.L.S. (1990). Novo Relatório sobre Sexo do Instituto Kinsey, St. Matins's Press: pág. 162-163. Uma nova pesquisa de opinião da Playboy, feita pelo Dr. Marty Klein, apareceu em novembro de 1998, à pág. 81:

• 18% das mulheres e 20% dos homens já usaram vendas durante o sexo;

• 30% dos homens e 32% das mulheres já amarraram alguém ou já foram amarradas durante o sexo;

• 49% dos homens e 38% das mulheres já bateram ou já foram espancadas(os) como parte do sexo.

Um estudo feito por Hunt (1974), com 2026 participantes, revelou que 4,8% dos homens e 2,1% das mulheres obtiveram prazer sexual infligindo dor e 2,5% dos homens e 4,6% das mulheres obtiveram prazer sexual recebendo dor. Esses números refletem, provavelmente, subestimativas, porque a resposta erótica à dor é apenas um aspecto do SM. (M. Hunt, Comportamento Sexual nos Anos 70, Chicago: Playboy Press). Um comitê de pesquisa independente, de meados dos anos 70, fundado pela Playboy, fez um estudo com 3700 estudantes selecionados ao acaso e descobriu que 12% das mulheres e 18% dos homens haviam indicado a disponibilidade em experimentar bondage ou brincadeiras de mestre e escravo. (Playboy, "O Que Está Realmente Acontecendo no Campus". Outubro de 1976). Um estudo feito por E. Hariton (1972) revelou que até 49% das mulheres tinham fantasias sobre cenas de submissão durante o ato sexual, com 14% o fazendo freqüentemente (E. Hariton, "Fantasias das Mulheres Durante o Ato Sexual com seus Maridos: Um Estudo Normativo Com Testes de Personalidade e Modelos Teóricos", tese de doutorado não publicada, Universidade da Cidade de Nova York). Paul H. Gebhard é antropólogo e foi diretor executivo do Instituto de Pesquisas Sobre Sexo da Universidade de Indiana, de 1956 a 1983. Geghard notou no Fetichismo e no Sadomasoquismo (Dinâmica da Sexualidade Desviante, 1969, p 79), que "excitação sexual reconhecida conscientemente como vinda de estímulos sadomasoquistas não é raro". O Instituto de Pesquisas sobre Sexo revelou que uma em oito mulheres e um em cinco homens se excitaram com histórias sadomasoquistas. Em 1929, o estudo sobre hábitos no casamento, de Hamilton, relatou que 28% dos homens e 29% das mulheres admitiram que tiveram "prazerosas sensações" por terem alguma forma de "dor" infligida a eles. (C.V. Hamilton, Uma Pesquisa no Casamento, Boni, New York).

 

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